Bread Pide
Site de restaurante árabe que atende quem vai comer do começo ao fim, e só então oferece a franquia a quem vai investir.
- Cliente
- Bread Pide
- Nicho
- Restaurante árabe
- do início à entrega
- 15 dias
O problema
O Bread Pide serve culinária árabe, e o site dele precisa atender duas pessoas que não têm nada em comum. Uma é quem está com fome agora e quer ver o cardápio e pedir. A outra é quem tem dinheiro para investir e está avaliando abrir uma franquia da marca.

Colocar as duas na mesma página é arriscado dos dois lados. Falar de expansão e mercado logo no começo espanta quem só queria almoçar; esconder a oferta de franquia no rodapé desperdiça o investidor que chegou justamente por isso.

O que eu fiz
A ordem resolveu o conflito. A página inteira pertence a quem vai comer, e a franquia aparece só no último bloco, depois que a marca já se apresentou por completo. O investidor que chegou por esse motivo lê o site como se fosse cliente, e chega ao final já convencido do produto, que é o argumento mais forte que uma franquia tem.

O cardápio virou a espinha, dividido em quatro categorias, cada uma com cor própria e uma fotografia grande. Esfihas em preto, shawarmas em vermelho, pastas em creme, pratos em verde. A cor faz o trabalho que o texto faria, e quem procura uma categoria específica acha rolando rápido, sem ler.

A fotografia é toda de comida em close, ocupando a largura inteira. Restaurante se escolhe pela imagem antes do preço, e foto pequena em grade não provoca fome.

Os diferenciais entraram depois do cardápio, e são três coisas concretas em vez de adjetivos. Os temperos vêm da Síria e do Líbano, existe opção vegana e vegetariana, e a esfiha é feita à mão e assada na hora. São afirmações que se verificam no balcão, então sustentam o preço.

O bloco de franquia fecha a página em vermelho cheio, mudando de registro para falar com quem investe. A paleta é preto, vermelho e creme, que é o vocabulário da culinária do Oriente Médio sem cair no clichê de arabesco decorativo.

A língua visual do projeto.
- #171717
- #9F1B1A
- #DBC7B2
- #BCC358
- #FFFFFF
Veja o resultado final.
Escolha entre as versões para desktop ou celular. Você pode ver a página arrastando para baixo ou clicando no botão tocar.
O que ela tem, e por quê.
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A franquia só no último bloco
A página inteira pertence a quem vai comer, e a expansão aparece no fim, em vermelho cheio, com o título na condensada e o botão de franqueado ao lado. O investidor lê o site como cliente e chega ali já convencido do produto.
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Um cartão por categoria, cada um na sua cor
Esfihas em preto, shawarmas em vermelho, pastas em creme e pratos em verde. Os cartões descem empilhados, com o nome à esquerda, a descrição à direita e a foto do prato ocupando a base.
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O cardápio em dobra meio a meio
O título e a introdução ocupam a coluna da esquerda, e os cartões de categoria descem na direita. Quem procura uma categoria acha rolando rápido, pela cor.
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Fotografia em largura inteira
A foto de comida sangra de borda a borda entre as dobras. Restaurante se escolhe pela imagem antes do preço, e foto pequena em grade não provoca fome.
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A condensada só nos rótulos
Sobretítulo, nome de categoria e título de dobra usam uma condensada com textura de impressão. O corpo fica numa sans neutra, então a fonte de personalidade aparece em pouco lugar.
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No celular o cartão mantém o nome ao lado do texto
A categoria continua com o nome à esquerda e a descrição à direita, e a foto desce para a base do cartão. A imagem de largura inteira segue sangrando nas duas bordas.
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Preto, vermelho e creme como vocabulário
É a cor da culinária do Oriente Médio, dita pela paleta, e o arabesco decorativo ficou de fora.
Análise da presença digital
Me manda os seus links. Eu olho a sua presença atual e te digo por onde começar.